terça-feira, 24 de novembro de 2009

Optar.

Chega um momento na vida da gente que temos uma boa noção de tudo a nossa volta. Sabemos as escolhas que nos foram apresentadas e as consequencias delas.

Me vejo nesta situação agora. Tudo que pedia nas minha orações, tudo o que acontecia nos meus sonhos, eu volto a conseguir dar pequenas respirações. Não profundas.
Não me sinto bem ainda.
Você voltou, com um simples oi, voltou para minha vida, de maneira devastadora. Por 5 minutos eu sei, mas agora eu sei que eu vou ter você de novo.
Você não vai ser meu outra vez, mas você está presente na minha vida de novo. Como meu amigo quem sabe. E isso é bom.
BOM? Tenho certeza ? Você vai e volta quando bem entende, só que a vida é minha. É ? Bem, ela deveria ser minha.
Eu sei que posso tomar ela de novo, nós meus momentos de odio profundos de ti, nesses meros minutos comparado com as horas de melancolia em que te amo mais que tudo, eu percebo que poderia te largar se eu quizesse.
Eu cuido de mim mesma. Mas insisto em querer que você cuide de mim.
E eu não vou aguentar se você decidir sair de novo.
Agora eu tenho o meu futuro em minhas mãos, sempre tive na verdade, mas negava, não posso mais negar.
Eu te deixo entrar, mas você com certeza irá de novo, e eu não vou suportar me segurar em nada de novo.
Ou eu fecho as portas do meu coração e não deixo mas nada de você entrar nele. E cuido para somente matar o que resta de você lá dentro.

Eu te incluio ou te excluio ?

É desgastante o quanto eu sou fraca. Pegue seu lugar que nunca será tocado na minha vida de volta, afinal, meu amor, eu não consigo optar por viver sem você.

Nada sobre minha vida. Só consigo falar de tua vida em mim.

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